CMC celebrou seis contratos de emprego inserção

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, assinou hoje, na Sala de Sessões dos Paços do Município, seis contratos de trabalho socialmente necessário, permitindo, assim, que estas pessoas otimizem as suas competências socioprofissionais e mantenham contacto com o mercado de trabalho. Estes contratos inserem-se no âmbito das medidas “Contrato Emprego-Inserção” (CEI), promovidas pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP), e são destinadas, respetivamente, a titulares do subsídio de desemprego ou do subsídio social de desemprego e do Rendimento Social de Inserção (RSI). Os novos colaboradores da CMC vão trabalhar em dois departamentos municipais.

“Sejam bem-vindos à Câmara Municipal de Coimbra, uma casa de sementeira”, afirmou Manuel Machado, desejando aos novos contratados, “que se sintam bem e se realizem profissionalmente, trabalhando com sentido de serviço público”. Os novos colaboradores vão trabalhar na Divisão de Educação e Ação Social (DEAS), e também no Gabinete de Protocolo e Comunicação (GPC).

No que diz respeito aos novos trabalhadores afetos agora à DEAS, irão prestar apoio à ação educativa nos Jardins de Infância da rede pública do município nos seguintes locais: Carvalhais de Baixo, São João do Campo, Olivais, Solum Sul e Ameal. Quanto ao que ficou afeto agora ao GPC irá desempenhar as suas funções na parte da comunicação.

Os beneficiários da medida CEI, que obrigatoriamente usufruem de subsídio de desemprego ou subsídio social de desemprego do IEFP (condições exigidas pela medida CEI), vão agora contar ainda, como compensação, com uma bolsa complementar de 84,26 euros por mês, subsídio de alimentação por cada dia de atividade, despesas de transporte entre a residência habitual e o local de atividade (caso a autarquia não assegure esse transporte), um seguro que cubra os riscos que possam ocorrer durante e por causa do exercício das atividades integradas neste projeto e quatro dias por mês para se dedicarem à procura ativa de emprego. Todos estes encargos são suportados pela entidade promotora, a CMC.

A medida CEI consiste na realização de trabalho socialmente necessário por desempregados inscritos no IEFP, sendo que as atividades a desenvolver devem ser relevantes para a satisfação das necessidades sociais ou coletivas e não devem visar a ocupação de postos de trabalho. Esta medida, com duração máxima de um ano, visa, pois, promover a empregabilidade de pessoas em situação de desemprego - melhorando as suas competências socioprofissionais, através do contacto com o mercado de trabalho - e fomentar o contacto dos desempregados com outros trabalhadores e atividades, evitando o risco do seu isolamento, desmotivação e marginalização.