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Dia Mundial do Teatro
27 de março
27 de março | DIA MUNDIAL DO TEATRO

A Câmara Municipal de Coimbra apresenta a programação de Coimbra no Dia Mundial do Teatro

Junte-se a um palco da cidade!

TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE
15h00 - Sessão para as escolas
21h30 - Sessão para o público em geral
"Fausta"
Direcção Artística de Pedro Gil e Tonan Quito
Espectáculo baseado na obra "O Banquete", de Patrícia Portela 
 
"Fausta" parte da obra O Banquete, de Patrícia Portela, autora premiada nacional e internacionalmente e atual dramaturga residente do TAGV. A peça, com direção artística de Pedro Gil e Tonan Quito, resulta de uma coprodução entre o TAGV, o Maria Matos Teatro Municipal, o Teatro Viriato e Os Narradores. Além de integrar a programação da Rede 5 Sentidos, "Fausta" é também um espetáculo inserido na programação da XVI Semana Cultural da Universidade de Coimbra. 
 

Ficha técnica
Texto: Patrícia Portela (a partir do seu romance O Banquete)
Direção Artística e Interpretação: Pedro Gil e Tonan Quito
Espaço sonoro: Pedro Costa
Apoio à criação: Filipa Matta
Coprodução: Maria Matos Teatro Municipal / Teatro Académico Gil Vicente / Os Narradores
Parceria Truta
Residências Artísticas: O Espaço do Tempo / Espaço Alkantara
Apoio: Pro.Dança
Imagem: José F. Azevedo
M/12
Ingressos:
Sessão das 15h00 | Gratuito, mediante marcação prévia (lotação: 120 lugares)
Sessão das 21h30 | 3,00€ (lotação: 120 lugares)
CASA DAS CALDEIRAS
18h30
Debate | A Crítica de Teatro Hoje
Debate sobre o estado da Crítica Teatral, com a participação de Rui Pina Coelho (Escola Superior de Teatro e Cinema) e Fernando Matos Oliveira (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), no âmbito do lançamento do vigésimo número da revista Sinais de Cena, projeto editorial que assinala 10 anos de vida.
TEATRO LOUCOMOTIVA (Taveiro)
Loucomotiva - Grupo de Teatro
19h00
Teatro num Dia Mundial (aula Aberta)
Entrada Gratuita
"Teatro num dia Mundial", é uma aula aberta sobre expressão dramática e movimento com a participação dos formandos das oficinas de teatro Loucomotiva e de outros interessados.
OFICINA MUNICIPAL DO TEATRO (Sala Grande)
Teatrão
21h30

Guardamos este dia para, simbolicamente, cantar os Parabéns e oferecer à cidade projetos já começados e que acreditamos poderem ser um contributo para a renovação e inovação artística da região e do país: a PLATAFORMA MONDEGO, que congrega várias companhias de Coimbra, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz, com o objetivo de partilhar formação, projetos e espetáculos; a CARTA DE PRINCÍPIOS PARA A EDUCAÇÃO ARTÍSTICA, que reflete sobre o modo como a Educação Artística poderá ser valorizada nos currículos escolares e na ação de outros agentes culturais; e a PLATAFORMA T2, uma rampa de lançamento para jovens criadores que encontrarão n'O Teatrão o apoio para desenvolverem e apresentarem os seus próprios espetáculos, já em 2014.

Estão ainda programadas para esta noite algumas surpresas com que desejamos presentear os nossos convidados e que lembrarão, com muito carinho, vinte anos de vidas teatrais.
E que venham mais vinte! 

Entrada sujeita a convite e reserva.
Informações e Reservas: 239714013 | 914617383 | Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de e-mail | http://www.oteatrao.com/ 

TEATRO DA CERCA DE SÃO BERNARDO
Cena Lusófona / A Escola da Noite / Companhia de Teatro de Braga / Teatro Vila Velha (Brasil)
21h30
"As Orações de Mansata", de Abdulai Sila 

"As Orações de Mansata", de Abdulai Sila, é o primeiro texto dramático impresso da literatura guineense. Ele oferece um impiedoso retrato dos mecanismos de corrupção, luta pelo poder e violência extrema que caracterizam vários regimes políticos em todo o mundo e têm marcado, de forma trágica, a realidade da Guiné-Bissau nas últimas décadas. A busca das Orações de Mansata, que supostamente darão aos seus detentores os poderes necessários para dominar o povo, desenrola-se num processo em que a traição, a tortura e a morte são reduzidas à banalidade.
Dirigido por António Augusto Barros, o espectáculo é a face mais visível do P-STAGE - IV Estágio Internacional de Actores, um projecto de formação, criação e difusão teatral desenvolvido pela Cena Lusófona em parceria com diversas outras instituições nacionais e internacionais, que conta com o apoio da União Europeia, através do programa ACP Cultures.
O espectáculo estreou em Coimbra, em Outubro de 2013, e já pôde ser visto em Braga, Évora e Campo Benfeito. Entra agora na segunda fase da sua digressão internacional, que se inicia com uma nova temporada em Coimbra - 20 a 30 de Março, de quinta a domingo - e regressa "à estrada" em Abril. Bragança, Santiago de Compostela, Bissau e Luanda são algumas das cidades a receber esta produção em 2014. 

Ficha técnica
Co-produção Cena Lusófona / A Escola da Noite / Companhia de Teatro de Braga / Teatro Vila Velha (Salvador, Brasil)
Dramaturgia e encenação: António Augusto Barros
Elenco: Amador Fernandes, Ella Nascimento, Emílio Lucombo, Igor Lebreaud, Jorge Biague, Marleny Musa, Miguel Magalhães, Paulo Figueira, Ridson Reis, Rogério Boane, Solange Sá, Trindade Gomes da Costa, Wilson de Sousa
Cenografia: João Mendes Ribeiro e Luísa Bebiano
Figurinos e adereços: Ana Rosa Assunção
Direcção musical: Jarbas Bittencourt
Apoio coreográfico / movimento: Zebrinha
Desenho de luz: Fernando Conceição
Duração: 2h30 com intervalo
M/12
Ingresos: 5,00€ a10,00€
Assinaturas TCSB: 30, 00€ (5 bilhetes); 50,00€(10 + 1 bilhete)
Informações e Reservas: 239718238 / 966 302 488 / Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de e-mail
TEATRO-ESTÚDIO
BONIFRATES (Casa da Cultura)
Bonifrates - Cooperativa de Produções Teatrais e Realizações Culturais, CRL
21h45
Apresentação da peça "As Alegres Comadres de Windsor", antecedida da leitura de uma mensagem do Dia Mundial do Teatro.

A Cooperativa Bonifrates tem pautado a escolha do seu repertório por uma preocupação que permite identificá-la com um projeto em que o teatro é assumido como um exercício de cidadania. Coerente com esse princípio, privilegia peças em que problemáticas sociais, com incidência no mundo contemporâneo e na sociedade que nos rodeia, aparecem presentes de uma forma incisiva. Muitas vezes essa opção tem encontrado a sua concretização em autores contemporâneos ou em criações coletivas em torno de temas de incontornável atualidade. Outras vezes, consciente de que um clássico é alguém que nunca deixa de nos dizer coisas novas e sempre interpelantes, voltou-se para autores como Garrett, António José da Silva ou Molière.

Shakespeare, no entanto, nunca foi contemplado nestes mais de trinta anos da nossa existência. Entendemos, por isso, que era chegada a altura de nos aproximarmos desse grande dramaturgo, ousando a encenação de uma das suas obras. Dentro da identidade da Cooperativa Bonifrates, As Alegres Comadres de Windsor pareceu-nos uma escolha natural. Trata-se, com efeito, de uma peça em que a problemática social, longe de estar ausente, constitui uma das suas marcas distintivas. Por outro lado, é abordada num registo de comédia, o que torna mais acessível a entrada no universo shakespeariano.

Este texto de Shakespeare é uma peça que antecipa, na sua construção e no seu jogo de caracteres, as comédias de Molière e que opera uma visão satírica e crítica sobre aqueles que procuram tirar partido da condição feminina para realizar outros intentos e se promoverem económica ou socialmente, ao mesmo tempo que ridiculariza os maridos que, desconfiando permanentemente das mulheres, fazem do ciúme a arma da sua conduta e caem no ridículo pelos excessos que assim são levados a cometer. Uma série de teias se urdem, pois, ao longo da acção, em que vão caindo os mais convencidos e os que mais subalternizam as mulheres em função dos seus próprios interesses. Assim, como motivos cuja atualidade é incontornável, contam-se a crise económica e financeira que desencadeia comportamentos de aproveitamento da pretensa fragilidade das mulheres e a resposta que elas conseguem encontrar para fazer face ao oportunismo, à desfaçatez e ao sentimento de posse de quem as pretende dominar. Acrescenta-se a este motivo a forma como os pais estabelecem o futuro matrimonial das jovens, sem ter em conta os seus sentimentos e afetos e as suas autênticas e internas inclinações e opções. Nestas teias e na caça que lhes anda associada se inspira a encenação, a cenografia e a direção de atores. Comédia de equívocos e de enganos, continua, pois, profundamente atual pela sua ironia e pela sua mordacidade, reforçada aqui pela contenção das interpretações em que se procura evitar o burlesco e a caricatura grossa para densificar as personagens na sua interioridade e na sua energia proteiforme

Mais uma vez Shakespeare aparece aqui como o grande mestre do teatro e até, é necessário dizê-lo, do teatro dentro do teatro. Porque se é de teatro puro aquilo de que aqui se trata, é também, e por isso mesmo, de teatro dentro do teatro, onde todos representam: representa Falstaff o argumento por ele congeminado e o argumento que outros constroem para o transformar em veado da floresta de Windsor, representam as comadres o seu argumento para tramarem Falstaff, representa Ford as ilusões do seu ciúme e o papel de Brook para as alimentar e enganar Falstaff, representam o clérigo, as criadas e a jovem o papel de fadas, elfos e gnomos e até o público representa o papel dos habitantes de Windsor. Teatro da vida, na vida do teatro: é esta a grande lição de Shakespeare. É por isso que da sua obra não podemos fazer um pretexto para um "teatro do aborrecimento mortal" (Peter Brook), mas sim um motivo para o teatro vivo dentro da própria vida. Ou seja, para, como atores e espetadores, celebrarmos a festa da vida, sabendo que rirmo-nos de nós próprios é, afinal, a melhor forma de nos divertirmos.

João Maria André

 

 

Informações e Reservas: T. 239716095 | Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de e-mail


 

 

 

 
O Dia Nacional dos Centros Históricos
O Dia Nacional dos Centros Históricos comemora-se a 28 de março, data do nascimento de Alexandre Herculano, seu patrono.
A Câmara Municipal de Coimbra associa-se às comemorações oficiais, promovidas pela Associação Nacional de Municípios com Centro Histórico, através de duas atividades:

Visita-guiada “À Descoberta da Baixa de Coimbra I”, que integra um circuito pelas ruas da Baixinha onde, em cada rua, há sempre algo de novo que poderá surpreender os participantes.
O ponto de encontro é no Largo da Portagem (junto à estátua de Joaquim António de Aguiar), às 15h00;
Merenda n’ A Toca do Gato, às 17h00.
Necessário inscrição:T. 239702630
Lotação limitada:
Visita-guiada: 35 participantes

 

 

 

 

 

 

 

Merenda: 15 participantes.

 
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