Museu Municipal:

Museu Municipal:

O Museu Municipal divide-se em três polos – o Edifício Chiado, a Torre de Almedina e a Torre de Anto – e tem por missão investigar, compreender e divulgar temáticas que se relacionam com os núcleos museológicos e as suas coleções, para conhecimento e fruição do visitante, bem como promover o património histórico e artístico da cidade de Coimbra, com vista a sensibilizar o público para a sua preservação.

Edifício Chiado – É um interessante edifício, exemplar da arquitetura do ferro, inaugurado em 1910, no qual se instalou a coleção de arte doada à cidade pelo casal Telo de Morais. A exposição permanente contém uma importante coleção de pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, assim como exemplares significativos de cerâmica, escultura, pratas e mobiliário. Na dependência deste edifício existem duas galerias de  exposições temporárias, no âmbito das quais já foram mostradas obras de artistas de relevo como: Graça Morais, Álvaro Siza, Cruzeiro Seixas e Gil Teixeira Lopes entre muitos outros.

Torre de Almedina – Foi em tempos a principal porta de acesso aos intramuros da cidade de Coimbra, cujas fundações remontam à época de ocupação islâmica. Atualmente alberga o Núcleo da Cidade Muralhada, cujo objetivo é a recuperação, na memória coletiva, da existência da muralha, demonstrando a sua influência determinante na organização    urbana de Coimbra. Trata-se de um centro interpretativo que é  complementado por um percurso pedonal, no qual se podem ver os vestígios da estrutura defensiva e a sua delimitação.

Em instalações anexas à Torre de Almedina (Monumento Nacional desde 1910) – uma antiga torre de vigilância da principal porta da cidade e sede do poder municipal e judicial durante vários séculos – promovem-se também exposições temporárias e ciclos de conferências temáticas.

Torre de Anto – De origem medieval, integrava a antiga cerca de Coimbra. Durante a época manuelina foi adaptada a residência e, nos finais do século XIX, ali morou o poeta António Nobre, o que originou a designação pela qual é hoje conhecida. Atualmente, acolhe o Núcleo da Guitarra e do Fado de Coimbra que pretende contribuir para o conhecimento e divulgação duma expressão artística que projetou a Cidade para o mundo. Cantores, instrumentistas, compositores e violeiros formatam um percurso expositivo que acompanha os momentos mais relevantes do Canto e da Guitarra de Coimbra ao longo de várias gerações. Ali podem ver-se alguns objetos do grande mestre Carlos Paredes, a letra de uma canção original de Zeca Afonso, uma guitarra de António Portugal e ainda a letra, manuscrita, da Trova do Vento que Passa, da autoria de Manuel Alegre. Este espaço possui um miniauditório, para pequenos concertos, e vários quiosques multimédia, com ecrãs tácteis, que permitem explorar um grande manancial de informação sobre a temática expositiva. E porque é de música e de fado que se fala, o visitante tem à sua disposição uma playlist.

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