CM Coimbra celebrou 16 contratos de trabalho socialmente necessário

O presidente da Câmara Municipal (CM) de Coimbra, Manuel Machado, assinou, esta tarde, na Sala de Sessões dos Paços do Município, 16 contratos de trabalho socialmente necessário, permitindo, assim, que estas pessoas otimizem as suas competências socioprofissionais e mantenham contacto com o mercado de trabalho. Estes contratos inserem-se no âmbito das medidas “Contrato Emprego-Inserção +”, promovidas pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP), e são destinadas, respetivamente, a titulares do subsídio de desemprego ou do subsídio social de desemprego e do Rendimento Social de Inserção (RSI). Os novos colaboradores da autarquia vão trabalhar em três departamentos municipais.

“Este é um dia importante para as vossas vidas e, por isso, damos alguma solenidade a este momento”, salientou Manuel Machado. “Espero que nestas novas funções profissionais se sintam realizados e que tenham gosto em trabalhar na Câmara Municipal de Coimbra”, concluiu o autarca.

Os novos colaboradores vão trabalhar na Divisão de Ambiente (DA), no Serviço de Polícia Municipal (SPM), por um período de 12 meses, e também no Divisão de Espaços Verdes e Jardins (DEVJ), neste caso pelo período de 9 meses.

No que diz respeito aos sete novos trabalhadores afetos agora à DA, irão prestar apoio na área de cantoneiros de limpeza, nomeadamente, na requalificação dos espaços verdes do domínio público e privado do Município, quer através da remoção de resíduos, quer através da limpeza urbana. Quanto ao trabalhador afeto à SPM, irá prestar apoio na área funcional de telefonista. Por seu turno, os sete trabalhadores afetos à DEVJ irão desempenhar as suas funções na área de jardinagem, com vista à requalificação, limpeza e conservação de espaços urbanos e recuperação e revitalização do património da cidade, no que concerne aos jardins e espaços verdes do município.

Os beneficiários da medida CEI+, que até então usufruíam do RSI, passam a receber exclusivamente uma bolsa mensal de 428,90 euros (suportada pela autarquia, que será depois reembolsada em 80% pelo IEFP), e também subsídio de alimentação por cada dia de atividade, despesas de transporte entre a residência habitual e o local de atividade (caso a autarquia não assegure esse transporte), um seguro que cobre os riscos que possam ocorrer durante e por causa do exercício das atividades integradas neste projeto e quatro dias por mês para se dedicarem à procura ativa de emprego.

A medida CEI+ consiste na realização de trabalho socialmente necessário por desempregados inscritos no IEFP, sendo que as atividades a desenvolver devem ser relevantes para a satisfação das necessidades sociais ou coletivas e não devem visar a ocupação de postos de trabalho. Estas medidas, com duração máxima de um ano, visam, pois, promover a empregabilidade de pessoas em situação de desemprego – melhorando as suas competências socioprofissionais, através do contacto com o mercado de trabalho – e fomentar o contacto dos desempregados com outros trabalhadores e atividades, evitando o risco do seu isolamento, desmotivação e marginalização.