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Manuel Machado pede união em torno da candidatura de Coimbra a Capital Europeia da Cultura 2027

  • Jun. 22, 2018

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, aproveitou hoje o arranque do evento Sons da Cidade, que celebra os cinco anos da classificação da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia como Património Mundial da Humanidade, para desafiar os presentes a unirem-se em torno de um novo objetivo comum: a candidatura de Coimbra a Capital Europeia da Cultura 2027. “Terá de ser um trabalho conjunto, uma parceria virtuosa, como foram estes cinco anos que hoje celebramos”, referiu Manuel Machado, que fez um balanço muito positivo destes anos de chancela da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

“O balanço destes cinco anos é muito positivo e deve ser feito (…) como rampa de lançamento para o próximo desafio, muito sério, que se coloca a Coimbra: a sua candidatura a Capital Europeia da Cultura 2027”, argumentou o presidente da CMC, considerando que a preparação da “Capital Europeia da Cultura será o melhor contexto para continuar a regenerar a cidade, para aumentar o seu perfil de cidade internacional, para prosseguir o alargamento da sua programação, para desenvolver e partilhar com a Europa os elementos absolutamente singulares da sua cultura urbana, para aumentar e qualificar a sua oferta turística”.

“Preparar e organizar a Capital Europeia da Cultura 2027 é não só o corolário lógico do percurso iniciado a 22 de junho de 2013 com a classificação da UNESCO, mas o horizonte certo para realizar todo o trabalho patrimonial, criativo, inovador e artístico que pulsa nesta cidade, na sua universidade, nas suas escolas superiores e politécnicas, e nas suas ruas, nos seus bastidores e nos seus ateliers, nos seus palcos e residências artísticas e literárias”, prosseguiu Manuel Machado.

“Faz tanto sentido – a classificação pela UNESCO em 2013 e a Capital Europeia da Cultura em 2027 – que a necessidade de dar os passos certos nos responsabiliza, uma vez mais, a todos”, insistiu ainda o presidente da CMC, concluindo: “É isto que Coimbra precisa. E é o que o mundo merece que preparemos para ele”.