Prémio Municipal de Arquitetura Diogo Castilho 2017 terá um valor pecuniário de 5 mil euros

O executivo da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) aprovou ontem, por unanimidade, uma proposta para fixação do valor pecuniário do Prémio Municipal de Arquitetura Diogo Castilho num montante de 5 mil euros, para esta edição de 2017, bem como a aprovação de uma prorrogação do prazo para a apresentação de candidaturas ao galardão, de modo a que essas possam ser apresentadas até ao próximo dia 19 de junho. 

O Prémio Municipal de Arquitetura Diogo Castilho destina-se a distinguir “obras, cuja conceção e qualidade arquitetónica sejam relevantes exemplos na realidade edificada do município”, e podem concorrer ao prémio “arquitetos na qualidade de autores de projetos de arquitetura de obras de construção, de reconstrução, de alteração e de ampliação, bem como de arranjos urbanísticos e de tratamento de espaços exteriores de uso público, relativos a obras concluídas até ao ano civil anterior ao da atribuição do prémio”, no caso até 31 de dezembro de 2016, lê-se no regulamento.

A proposta, agora aprovada, passa pela definição do valor pecuniário a atribuir ao vencedor da edição deste ano, no montante de 5 mil euros, e também pela prorrogação do prazo de candidaturas, que inicialmente deveria terminar em maio, mas que se pretende estender até dia 19 de junho, porque o novo Regulamento do Prémio Municipal de Arquitetura Diogo Castilho apenas foi publicado em Diário da República no dia 11 de maio, entrando em vigor 15 dias depois. Os interessados poderão agora formalizar as suas candidaturas até ao dia 19 de junho, pessoalmente, nos serviços de atendimento público da CMC ou na Loja do Cidadão. 

O júri – composto pelo presidente de CMC, Manuel Machado, ou vereador com competência delegada, por um arquiteto designado pela Assembleia Municipal, um arquiteto designado pela CMC, um arquiteto representante da Ordem dos Arquitetos Portugueses e um arquiteto representante do Departamento de Arquitetura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra – procederá depois, na última semana do mês de junho, à seleção das obras a concurso, devendo classificar os trabalhos mediante critérios rigorosos de apreciação da qualidade arquitetónica, da coerência e originalidade arquitetónica, da integração urbanística e da qualidade construtiva e sustentabilidade da obra. 

A proposta aprovada prevê ainda que o arquiteto Walter Rossa integre o júri. O prémio, único, e as menções honrosas, a existirem, serão entregues no dia 4 de julho, numa cerimónia integrada nas Festas da Cidade de Coimbra.