"É um almoço, essa mulherzinha!". Condição feminina, gastronomia e imaginários masculinos nos finais do século XIX é o tema da conferência que Irene Vaquinhas (Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra) proferirá, na próxima sexta-feira, 30 de junho, no âmbito do ciclo “Sabores da Escrita”, seguida de um jantar temático que abordará a condição feminina no século XIX, a par dos hábitos alimentares de então. Por um lado, a cozinha portuguesa, farta, chamada mesmo de "enfarta brutos". Por outro lado, as influências da cozinha francesa – La nouvelle Cuisine – delicada e mais leve.

Sobre a conferência, com entrada livre e início marcado para as 20h00, Irene Vaquinhas considera que o provérbio português “Diz-me o que comes e com quem comes... dir-te-ei quem és” serve de base à sua comunicação, que tem como objetivo compreender como é que, na sociedade burguesa da segunda metade do século XIX, gastronomia e galanteria se conjugam, testemunhando mudanças subtis no culto da mesa e pondo a descoberto a relação estreita entre erotismo e alimentação ou, como então se dizia, a “embriaguez da carne”. O período em causa corresponde à passagem do “comer suculentamente à portuguesa” (Alberto Pimentel) à cuisine française com o seu estilo original e uma culinária muito específica, bem como ao desenvolvimento dos restaurantes como novos lugares de sociabilidade. Com os seus gabinetes particulares, os restaurantes, muitas vezes designados “à francesa”, estão, nestes anos, estreitamente associados às relações ilegítimas e às femmes galantes, ocupando, como espaço erótico, um lugar privilegiado na literatura do tempo, sobretudo nos romances de costumes.

A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Coimbra, em parceria com os Serviços de Ação Social da Universidade de Coimbra (SASUC) e a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (através do Projeto DIAITA – Património Alimentar da Lusofonia, e do Doutoramento em Patrimónios Alimentares: Culturas e Identidades), integra, além da conferência, um jantar confecionado e servido pelos Serviços de Ação Social da Universidade de Coimbra.

A partilha dos saberes e sabores culimará na Sala de Jantar da Casa da Escrita, onde terá lugar o jantar temático, enriquecido com apontamentos cénicos, por atores da Cooperativa Bonifrates, baseados em textos de Eça de Queirós, Ramalho Ortigão, Cesário Verde, Gomes Leal, Camilo Pessanha e Domingos Guimarães.

Na elaboração da ementa, confecionada sob coordenação especial do chef Luís Lavrador (SASUC), destaca-se a linguagem de época, altura em que era habitual constarem alguns "francesismos", isto é, uma mistura do vocabulário português com o francês.

Os convivas terão, assim, oportunidade de degustar, como entradas (Entrés), Pain de luxo, Pain de lixo, Presunto de fiambre, E mais de galinhé, Jambom glacé, Pernas de vitellé, Petits patés aux camaront, Peixe de cebolé, Bolinhos de bacalhaó, Rissoles e Azeitonas Olé!

Depois de um Consommé de Volaille, integram o prato principal (Rôtis), Truites saumonés à Walesca e Gratã de chou-fleur.

À sobremesa (Entremets) serão servidos Fructá, Queijó, Doce de morangá et compotes diverses, Pudim d’orange trés fresque, Babá au rhum et bombons.

A refeição será acompanhada pelos Vins de Collares et Bucellas, Champagne, Porto, e Para o calor de ananases, moscatel de vintages.

A terminar o repasto, um ponto final avec café.

A adesão ao jantar requer inscrição prévia, presencialmente, na Casa Municipal da Cultura, à Rua Pedro Monteiro (informações através do telefone 239 702 630), com custo no valor de 15 euros/pessoa e de 7,50 euros para crianças dos 6 aos 12 anos. É de acesso gratuito a crianças até aos 5 anos de idade. O pagamento deverá ser feito no ato de inscrição, limitadas a 50 lugares.

Irene Vaquinhas | Breves notas curriculares

Irene Vaquinhas é Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra desde 2009 e Coordenadora Científica do Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra, unidade I&D da FCT. Tem desenvolvido a sua investigação e docência nas áreas da História Contemporânea e da Museologia e Património, em particular nos domínios da história rural, da história das formas de sociabilidade, da história da vida privada e da história das mulheres e do género. É autora de mais de uma centena de publicações, membro de projetos de investigação nacionais e internacionais, bem como de conselhos editoriais de várias revistas científicas portuguesas e estrangeiras e tem integrado painéis de avaliação de projetos/bolsas de investigação. Já orientou cerca de seis dezenas de dissertações de mestrado e de teses de doutoramento e participou em mais de oitenta júris.

O ciclo “Sabores da Escrita” voltará à Casa da Escrita no próximo mês de outubro (dia 13), para uma abordagem à temática "Gula, glutões e luxúria no Barroco: Frei Lucas de Santa Catarina, Gregório de Matos e outros mais", por Paulo Silva Pereira (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), repondo, assim, a sessão prevista para o passado mês de maio, mas não concretizada por motivos alheios à Câmara Municipal de Coimbra.


A Câmara Municipal de Coimbra inaugura, na próxima sexta-feira (30 de junho), às 18h30, na Galeria Pinho Dinis (Casa Municipal da Cultura, à Rua Pedro Monteiro) a exposição de Pintura “Ajuda Externa”, da autoria de João Moreira. O artista plástico é natural de Lisboa (1962). Frequentou o ARCO – Centro de Artes e Comunicação Visual e a Sociedade Nacional de Belas Artes, onde foi aluno de Rolando Sá Nogueira.

Foi, durante três anos, monitor de artes plásticas no projeto “Dar à Costa” integrado no “Programa Escolhas”, programa governamental de âmbito nacional, integrado no Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intergeracional.

Atualmente trabalha voluntariamente dando aulas de desenho e pintura no bairro das Terras da Costa da Caparica.

Expõe desde a década de 80. Os seus trabalhos estiveram patentes, maioritariamente, na zona da Grande Lisboa, nomeadamente, na Galeria Novo Século, Fundação Calouste Gulbenkian, Galeria Altamira, Galeria 102, Fórum de Arte Contemporânea, Galeria Miron-Trema, Galeria REVERSO, Feira de Arte Contemporânea (FIL, 1999), Galeria Trema Arte Contemporânea, Galeria Pedro Serrenho, Galeria Artelheiras, Casino da Trafaria, Biblioteca da E.B.1 de Vale Rosal, Café Fórum Romeu Correia (Almada) e Espaço Cultural das Mercês.

Marcou presença na Bienal da Festa do Avante (Lisboa, 1981,1983 e 1985) e na Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira (edições de 1982 e 1984). Ainda a Norte, os seus trabalhos passaram pela Cooperativa Árvore (Porto), Galeria Espaço EVOLUTIS (Porto), Feira das Artes (Braga), Feira de Arte Contemporânea (EXPONOR, Matosinhos) e pelo Museu Municipal Amadeu Sousa Cardoso (Amarante).

Coimbra é a terceira cidade da região Centro que acolhe a obra de João Moreira, depois de ter passado pela Casa Museu Almeida Moreira (Viseu) e pelo Museu Municipal Dr. Santos Rocha (Figueira da Foz). Mais a sul, ainda, expôs na Casa das Artes (Tavira), no Museu Municipal de Estremoz e na IV Bienal da Vidigueira (2012).

A ilha da Madeira acolheu os trabalhos de João Moreira na exposição coletiva patente na Secretaria Regional de Turismo e Cultura, em 1989. Em 1994 expôs individualmente na Galeria FUNCHÁLIA (Funchal) e esteve presente na MARCA 2000, Feira de Arte (Funchal).

A internacionalização do artista aconteceu no ano de 2003, com a presença da sua obra na “Europa Art Languases” (Milão).

Executou, em 2010, um mural de 2,50m x 5,00m no “Bar OitoNove”, no Bairro Alto (Lisboa) e concebeu o projeto “H2O”, azulejos decorativos para revestimentos, da empresa “Revigrés”.

Nos últimos quatro anos, participou na coletiva “Até as Árvores são sonhos”, dedicada à galerista Ana Isabel Rodrigues (Galeria Reverso, Lisboa) e na exposição individual “SóSabão” (Viseu), em 2014. Levou os seus trabalhos à livraria “Lerdevagar” (LX Factory, em 2015) e integrou, em 2016, uma exposição coletiva na Galeria Sete (Coimbra). O ano em curso assinala a passagem do artista plástico pela Galeria da Junta de Freguesia de Cascais, com uma exposição individual.

Está representado em coleções particulares no Governo Regional da Madeira, no Boston Consulting Group (Lisboa), Copicanola (Lisboa) e no Hotel Villa Rica (Lisboa).

A exposição estará patente até ao dia 27 de julho.

 

O Convento São Francisco acolheu, ontem à noite, a Gala Solidária para com as Vítimas dos Fogos Florestais, organizada pelo Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra.

A Jigsaw, Anaquim, André Sardet, Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, Birds Are Indie, Brigada Victor Jara, Coimbra Gospel Choir, Coro Sinfónico Inês de Castro, Fado ao Centro, João Afonso, Pensão Flor e Ricardo Dias Ensemble subiram ao palco do Grande Auditório do Convento São Francisco, por uma causa nobre: ajudar as vítimas dos incêndios florestais que assolaram a Região Centro.

O preço dos bilhetes foi de 15 euros, com a receita total do espetáculo a reverter, na íntegra, para as vítimas dos incêndios florestais. A esse valor, junta-se ainda o montante a atribuir ao quadro que o pintor Pedro Olayo doou e que vai ser  leiloado de forma a aumentar, assim, a receita angariada. 

A gala contou com a presença do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, da vice-presidente Rosa Reis Marques e dos vereadores Carina Gomes, Carlos Cidade e Francisco Queirós, entre outras personalidades, tais como os presidentes das câmaras de Castanheira de Pera, Pedrogão Grande, Gois e Arganil. 

Antes do inicio do espetáculo Manuel Machado agradeceu a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deixando igualmente uma palavra de louvor aos empreendedores da gala. Como disse, “não é hora de discursos”, rematando, “contem todos com a nossa solidariedade”.

Santos Cabral, presidente dos Coro Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, entidade que promoveu esta noite solidária, deixaria palavras de conforto, ao referir “que aquelas zonas vão ser reconstruidas”. “Ao por de pé este evento, queremos dizer que estamos  com aquela gente, estamos com eles e ao lado deles” frisou Santos Cabral. 

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou aos jornalistas que Coimbra “sabe ser solidária”.


 

 

A Câmara Municipal de Coimbra informa que, no âmbito da empreitada de “Requalificação do largo do Arnado e da rua Simões de Castro”, devido à necessidade de concluir os trabalhos de fresagem dos pavimentos e subsequente pavimentação das faixas de rodagem com betuminoso, serão realizados trabalhos durante o período noturno, nos dias 26, 27 e 28 de junho, das 0h00 às 8h00 e das 20h00 às 24h00, e no dia 29 de junho, das 0h00 às 8h00.

Os trabalhos localizam-se nas faixas de rodagem da rotunda do largo do Arnado, na rua João Machado, rua Dr. Manuel Rodrigues, rua Simões de Castro e rua do Arnado.

A permissão para a intervenção decorrer em período noturno fundamenta-se na necessidade de manter a circulação do trânsito nas vias a pavimentar (Av. Fernão de Magalhães, rua João Machado e rua Dr. Manuel Rodrigues), o que não é possível no período diurno, por razões de segurança e de carater técnico (boa execução, celeridade e qualidade da intervenção). Uma autorização que tem em conta o interesse público, não só por razões de segurança, mas também pelo impacto nos utentes, residentes, comerciantes, pelo transtorno e permanente incómodo, por razões de financiamento, e porque urge concluir os trabalhos desta obra.

O empreiteiro deverá, contudo, adotar medidas de prevenção e redução do ruído, tais como manter o equipamento em funcionamento apenas o tempo estritamente necessário (designadamente camiões, fresadora, pavimentadora e cilindros compactadores), desligando-os sempre que possível.

A Câmara Municipal de Coimbra apela à melhor compreensão dos munícipes e automobilistas para com esta situação temporária. 

O Torneio de Armas a Cavalo encerrou, hoje, a 25.ª edição da Feira Medieval de Coimbra. Previsto para o passado domingo (18), o torneio medieval foi cancelado devido à tragédia que se abateu sobre o país e que levou o Governo a decretar três dias de luto nacional pelas vítimas do incêndio de Pedrogão Grande. O certame contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, e da vereadora da Cultura, Carina Gomes.

O Terreiro do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha foi o local escolhido para a realização de um acontecimento inédito, recriado pela Companhia de Teatro Viv’Arte. O Torneio iniciou-se com um acampamento para a prática de toda a recriação do quotidiano bélico. Houve toque de trombetas. Na praça, o tabelião anotou as inscrições dos cavaleiros, e o arauto anunciou as razões do Peleja de Cavaleiros, por mando De el Rei D. Pedro, em Coimbra.

Alguns fidalgos protestaram para que se cuidasse antes da defesa do castelo. O alcaide, por seu turno, mandou fazer o reencontro, cumprindo as ordens do Rei, e ordenou que se fizesse uma justa de armas, de modo a adestrar e treinar os infantes D. Pedro e D. Inês para as lides da guerra e cativar os espíritos dos bons homens para as necessidades da defesa do Reino

As dezenas de conimbricenses que passaram junto ao local não ficaram indiferente ao que ali acontecia. As situações da Idade Média reproduzidas, colocam a Feira Medieval de Coimbra, que este ano celebrou o seu 25.º aniversário, numa posição pioneira a nível nacional.  

Além do torneio de época, o certame contemplou a habitual Ceia Medieval, que decorreu no dia 16 de junho no Mosteiro Santa Clara-a-Velha, e a Feira Medieval, propriamente dita, com recriações históricas e muita animação de época, que aconteceu no dia 17, no emblemático Largo da Sé Velha. A iniciativa apresentou uma programação no âmbito dos 650 Anos da Morte de D. Pedro I (1320/1367).

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, assinou hoje, um contrato programa que estabelece um apoio de 172 000 euros, o Futebol Clube de São Silvestre (FCSS). O documento prevê a reconversão para relva sintética do campo de futebol. A cerimónia decorreu nas instalações do clube e contou também com a presença dos vereadores Carlos Cidade, Jorge Alves e Carina Gomes, do presidente da junta de freguesia de São Silvestre, José Manuel Salgado, e do presidente da direção do FCSS, Carlos Protásio.

O apoio financeiro da autarquia permitirá requalificar o campo desportivo, e melhorar as condições das infraestruturas desportivas, e as condições da prática da atividade física.

O apoio avançou depois deste clube se ter candidatado ao programa da Federação Portuguesa de Futebol para melhoria de infraestruturas e de não ter sido contemplado com qualquer verba.

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, assinou hoje, um Contrato Programa de Desenvolvimento Social Comparticipação Financeira que estabelece um apoio superior a 43 000 euros, ao Centro Social e Paroquial de São Silvestre (CSPSS). O documento prevê a aquisição de equipamentos para a resposta social Centro de Dia. O ato decorreu nas instalações da instituição e contou também com a presença dos vereadores Carlos Cidade, Jorge Alves e Carina Gomes, do presidente da junta de freguesia de São Silvestre, José Manuel Salgado, e o presidente da direção CSPSS, Padre Lucas Pio Francisco Farias da Silva.

A autarquia tem um papel ativo no apoio às instituições que pretendem dar continuidade ou incrementar programas, projetos ou atividades de cariz social, que pretendam concretizar obras de construção, conservação ou beneficiação de instalações e que pretendam adquirir equipamentos que sejam necessários ao desenvolvimento da sua atividade, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e das famílias. 

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, os vereadores Rosa Reis Marques, Carlos Cidade, Jorge Alves e Carina Gomes participaram esta manhã na cerimónia de hastear da Bandeira Azul 2017 e da bandeira "Praia Acessível - Praia Para Todos", na Praia Fluvial de Palheiros e Zorro, que contou ainda com a presença do presidente da Junta de Freguesia de Torres do Mondego (JFTM)Paulo Cardoso, e de Edmea Silva, representante da Associação Portuguesa do Ambiente (APA) - Administração da Região Hidrográfico do Centro.

As candidaturas foram promovidas pela CMC e pela Junta de Freguesia de Torres do Mondego, que todos os anos trabalham em parceria para que a praia fluvial cumpra, com rigor, os requisitos exigidos pelas entidades públicas e privadas com responsabilidades na gestão das praias.

Paulo Cardoso, presidente da JFTM, referiu que a qualidade da praia se tem mantido em "excelentes níveis" realçando a qualidade da água e todo o trabalho que se tem feito em redor desta em conjunto com a CMC, a APA e o concessionário.

Edmea Silva, da APA, entidade que regula estes dois galardões, referiu que a CMC e a Junta de Freguesia de Torres do Mondego "estão de parabéns porque realmente esforçam-se e empenham-se imenso nesta praia", concluindo que "as pessoas preocupam-se em manter sempre os critérios e ser um cartão de visita às portas da cidade de Coimbra". 

Esta é uma missão bem sucedida anualmente, já que a praia fluvial tem recebido, ano após ano, várias distinções pela qualidade, condições de excelência e boas práticas ambientais.

Manuel Machado destacou o trabalho continuadamente desenvolvido pela Junta de Freguesia de Torres do Mondego que "com o apoio da CMC e em saudável articulação com a APA, a Junta de Freguesia tem sido o grande sustentáculo deste equipamento coletivo".

​No final, Manuel Machado informou ainda que será levado à próxima reunião da Câmara o lançamento do concurso público para a edificação da ponte definitiva, com o valor estimado de 600 mil euros, que irá ligar as duas margens do rio Mondego e cujo projeto foi apresentado no início do mês de abril.

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, e o presidente do Clube de Futebol de Santa Clara, Álvaro Seco, assinaram hoje, em sessão pública, no Pavilhão de Santa Clara, um contrato-programa que prevê a atribuição de um apoio financeiro de 50 mil euros.

Este apoio da CMC irá permitir que o Clube substitua a cobertura do pavilhão, que contém amianto, e que neste momento deixa passar a água da chuva, impossibilitando a sua utilização desportiva.

Presentes na cerimónia estiveram também os vereadores Rosa Reis Marques, Carlos Cidade, Jorge Alves e Carina Gomes.

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O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, e o vereador do Desporto, Carlos Cidade, participaram ontem na cerimónia de abertura da Feira das Modalidades, acompanhados por Beatriz Gomes, atleta olímpica, natural de Coimbra, que representou na cerimónia o Comité Olímpico de Portugal. 

Centenas de conimbricenses assistiram à encenação sobre a cidade, Rainha Santa, Pedro e Inês. Seguiu-se o desfile dos atletas, ao som do "Fado ao Centro". No final, cumpriu-se o ritual do acendimento da pira olímpica.   

Manuel Machado agradeceu a todos os presentes "pelo trabalho que têm feito pelo desporto à moda de Coimbra. Isto é: com sentido olímpico, de alma sã em corpo são". Já o vereador do Desporto, Carlos Cidade, destacou que esta é a primeira vez que se celebra o Dia Olímpico em Coimbra e que esta Feira das Modalidades é dedicada "àqueles que todos os dias, de forma voluntária, dirigem os seus clubes com muito sacrifício e que proporcionam a todos os jovens a prática do desporto em Coimbra". 

No final da cerimónia de abertura, os autarcas visitaram os stands de todas as modalidades presentes na feira.

Esta é uma iniciativa que vai decorrer até amanhã, 25 de junho, na margem direita do Parque Verde do Mondego, e que surge no âmbito da celebração do Dia Olímpico, dando a conhecer às pessoas as diferentes modalidades desportivas que podem ser praticadas no concelho de Coimbra.

A Feira das Modalidades conta com o apoio do Comité Paralímpico de Portugal, do Comité Olímpico de Portugal e com a colaboração de 51 entidades desportivas do concelho de Coimbra, bem como de associações e federações de modalidades.

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