A doDOC é uma startup dedicada à gestão documental, especializada em soluções empresariais que permitam a automatização de todos os passos da formatação do conteúdo dos documentos. Uma empresa instalada na incubadora do Instituto Pedro Nunes (IPN), que foi visitada, no final do passado mês de julho, pelo presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado.

A empresa de Coimbra foi a primeira startup portuguesa a integrar o programa de aceleração da Techstars em Boston, nos Estados Unidos da América, e mais recentemente, no ano passado, foi considerada uma das empresas mais promissoras do ponto de vista tecnológico pela European Institute for Innovation and Technology (EIT) Health, que agrega as mais prestigiadas instituições de investigação mundiais na área da saúde.

A ideia é poupar tempo e rentabilizar o trabalho através de uma plataforma que otimiza os processos de pesquisa, escrita, formatação e gestão de documentos profissionais. Tudo é possível, desde criar novos documentos, editar os existentes, importar conteúdos, partilhar conteúdos. E isto por milhares de utilizadores em simultâneo, em diversos pontos do mundo, e sempre na mesma plataforma, de forma automatizada. O doDOC possibilita ainda acompanhar todo o ciclo de vida dos documentos e gerar relatórios de produtividade.

A startup de Coimbra focou-se na indústria farmacêutica, mas não quer ficar por aqui. “Para este ano (2017) a nossa prioridade é crescer e assegurar a continuação de fecho de contratos com grandes empresas farmacêuticas, sendo que o nosso foco continua a ser as grandes multinacionais representativas de toda a indústria e, até ao fim do ano, contamos fechar contratos com seis dessas grandes multinacionais”, contou Carlos Boto, um dos fundadores da doDOC, ao Observador, em fevereiro deste ano, revelando, contudo, que a solução que apresentam “é aplicável a muitos outros sectores industriais”. “Estamos ativamente a estudar e avaliar para entrarmos noutros setores industriais”, salientou.

Agora, com a distinção da EIT Health, a doDOC pretende também entrar no mercado europeu, mantendo contudo a aposta no mercado norte-americano.

A doDOC foi fundada por Carlos Boto, Paulo Melo e pelo argentino Federico Cismondi, que se conheceram através do programa MIT Portugal, em 2008. A startup arrancou em 2014 e logo no ano seguinte foi selecionada para integrar a Techstars, um programa de aceleração de empresas tecnológicas que está presente em 18 cidades do mundo.

O vereador do Desporto da Câmara Municipal de Coimbra, Carlos Cidade, esteve ontem no Pavilhão Municipal Multidesportos Mário Mexia a acompanhar a abertura oficial do 29.º Estágio Internacional de Judo da Académica, que começou na segunda-feira e se prolonga até à próxima sexta-feira. O mais antigo e um dos mais participados eventos deste género de todo o país acolhe quase 500 judocas nacionais (incluindo a seleção nacional de juniores) e internacionais (oriundos de Espanha, França, Arábia Saudita e Cabo Verde).

Os ex-judocas Nuno Delgado e João Neto, o presidente da Secção de Judo da Associação Académica de Coimbra, Filipe Rosa, o presidente da Federação Portuguesa de Judo, Jorge Fernandes, o presidente da Direção-geral da AAC, Alexandre Amado, e o secretário-geral dos Jogos Europeus Universitários de 2018, Mário Santos, também estiveram presentes na cerimónia.

Carlos Cidade começou por agradecer o empenho de todas as entidades envolvidas na organização para que o estágio “decorra da melhor maneira”. Segundo o vereador do Desporto da CMC, “29 anos a fazer um estágio internacional é obra”, acrescentando que, para o ano, o esforço “da seção de Judo e de todas as entidades envolvidas no desporto em Coimbra” será maior. “É uma honra para a nossa cidade e para as nossas instituições poder ver uma modalidade de referência da nossa cidade”, referiu Carlos Cidade. 

O 29.º Estágio Internacional de Judo da Académica, que decorre até ao próximo dia 25 de agosto, conta com mil metros quadrados de área de treino, a maior área montada em Portugal em termos de realização de um estágio. Nele se podem ver atletas com idades compreendidas entre os 5 e os 77 anos.

A empreitada de conclusão da Urbanização Colina do Sol, situada na Adémia, União das Freguesias de Trouxemil e Torre de Vilela, está a decorrer a bom ritmo, estando já avançada a obra de recuperação dos pavimentos, tanto betuminosos como em calçada. A empreitada, que está a cargo da firma Ferreira de Sousa – Construções Civis e Obras Públicas, Lda., pelo valor de 43.543 euros (c/IVA) e com um prazo de execução de 45 dias, é uma intervenção extraordinária da autarquia, que vai concluir assim os trabalhos que ficaram por fazer pelo promotor da urbanização, numa área de 3105 m2.

A obra, consignada no passado dia 11 de julho, prevê a conclusão das infraestruturas viárias, nomeadamente no que diz respeito às zonas de passeios, estacionamentos, arruamentos, colocação de sinalização horizontal e vertical e melhoria das acessibilidades para pessoas com mobilidade condicionada.

Os arruamentos da urbanização já estão a ser revestidos com uma camada de betão betuminoso, a quente, com caraterísticas de desgaste e uma espessura de 4cm.  Este revestimento está a ser colocado de forma a facilitar o escoamento das águas para a respetiva rede de drenagem, resolvendo deste modo a formação de poças de água que se verificava em algumas zonas da urbanização.

Relativamente aos passeios, estão a ser eliminadas deformações, procedendo-se ao seu nivelamento. Nas zonas de passadeira está previsto o rebaixamento dos passeios e a colocação de pavimento podotátil, melhorando a acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada.

A colocação da respetiva sinalização vertical e horizontal está também contemplada nesta intervenção, com destaque para a pintura de passadeiras. Trata-se de um conjunto de melhoramentos que vão aumentar a segurança da circulação, tanto rodoviária como pedonal, e que adequam este local à legislação em vigor.

Por fim, relativamente aos estacionamentos, está prevista a correção de cotas e deformações em alguns deles, cujo pavimento é constituído por cubos de calcário. Noutros pontos será efetuada uma intervenção mais profunda, de correção das deformações/assentamentos. 

A Stratio Automotive é uma startup que se encontra instalada na aceleradora do Instituto Pedro Nunes (IPN), em Coimbra, e que trabalha em parceria com os Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) desde 2016. O presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, visitou a empresa no passado dia 26 de julho, e viu, in loco, como a Stratio analisa e prevê a ocorrência, em tempo real, de problemas e desgastes mecânicos em 50 autocarros dos SMTUC, permitindo assim a resolução desses problemas, muito antes de se tornarem em avarias mais graves. Portugal, Espanha e Reino Unido são alguns dos países onde a comercialização da tecnologia da Stratio está a ser implementada com bastante sucesso.

O objetivo é otimizar a manutenção de veículos de uma frota, utilizando sensores em tempo-real, e através de inteligência artificial, que prevejam a ocorrência de problemas e desgastes mecânicos, para que estes possam ser resolvidos antes de se tornarem em avarias graves. A tecnologia da Stratio Automotive possibilita, assim, detetar e interpretar problemas mecânicos que existam nos veículos, permitindo uma total interligação entre as frotas e as oficinas de reparação para que sejam realizadas as reparações necessárias a tempo e horas.

Uma tecnologia de manutenção preditiva, que tem conseguido alcançar resultados bastante positivos na gestão da frota dos SMTUC. Segundo uma análise de seis meses, com o aplicativo e software da Stratio Automotive instalados em parte da frota SMTUC, foi possível alcançar uma redução de 43 mil euros em manutenção, menos 350 horas no tempo de imobilização dos autocarros devido à antecipação das avarias, um decréscimo de 8% nos consumos de combustíveis e uma diminuição de 93 toneladas de emissões de gases poluentes. Dados significativos, que atestam a importância deste novo conhecimento em tempo real da performance dos veículos de uma frota.

A tecnologia da Stratio Automotive utiliza um equipamento plug-and-play compatível com todos os veículos, independentemente da marca, do modelo ou da idade. O equipamento recolhe dados em tempo real de todos os sensores do veículo e, aplicando inteligência artificial, consegue identificar padrões que detetam falhas e avarias. Quando essas potenciais falhas ou avarias são detetadas, o equipamento envia notificações e oferece soluções em tempo real como, por exemplo, guias para executar as reparações, prováveis custos e tempo de inatividade estimado. A tecnologia da Stratio Automotive sugere, ainda, otimizações mecânicas, garantindo uma melhor eficiência e desempenho de cada veículo.

A Stratio Automotive tem visto o seu trabalho a ser reconhecido além-fronteiras, nomeadamente pela Comissão Europeia e pela Agência Espacial Europeia, e a empresa começou já a entregar as suas primeiras encomendas, segundo informações que constam no site do IPN. “O trabalho da Stratio surge como a evolução natural na indústria automóvel, transformando o processo de manutenção de frotas numa ciência exata”, lê-se no mesmo texto. Uma empresa de Coimbra que está, assim, a mudar a indústria da manutenção automóvel, tornando previsível o imprevisível. 

 

A Câmara Municipal de Coimbra (CMC) propõe as atuações do Grupo de Câmara da Orquestra Clássica do Centro e do Grupo ITERUM, no jardim da Casa da Escrita, nos dias 24 e 31 de agosto, respetivamente, sempre pelas 17h30. Dois dias diferentes face à programação mais habitual da Casa da Escrita da CMC, que contribuem para diversificar e ampliar a oferta deste equipamento, dinamizando este apreciado espaço cultural de Coimbra. Os dois concertos têm entrada livre.

 

24 de agosto – 17h30

Orquestra Clássica do Centro (OCC), estrutura profissional, sediada em Coimbra, comemora, em 2017, 16 anos de existência. Além das atividades exclusivamente “concertísticas”, com a sua formação clássica,  realiza  programas com formações sinfónica ou de câmara. Enquanto associação, organiza, entre outras atividades, concursos, conferências,  edição de   livros e de CDs.  

Tem, desde 2008, por protocolo celebrado com a CMC, a sua sede e gestão cultural no Pavilhão Centro de Portugal, em Coimbra. Dispõe do apoio Institucional da CMC e de protocolos celebrados com várias instituições, empresas e estabelecimentos de ensino. Beneficia, desde 2015, do estatuto de ONG para o desenvolvimento.  José Eduardo Gomes é o maestro titular desta orquestra. 

A Orquestra Clássica do Centro (OCC) apresentou-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em dezembro de 2001, na altura com 25 elementos e com a denominação de Orquestra de Câmara de Coimbra. Considerada de superior interesse cultural pelo Ministério da Cultura, a OCC encontra-se abrangida, desde então, pela Lei do Mecenato Cultural (atual Estatuto dos Benefícios Fiscais).

Em 2002, a Orquestra passou a ser composta por 32 elementos, sendo esta a sua atual constituição. Em  2004 alterou a sua designação para Orquestra Clássica do Centro. Do seu historial destacam-se os concertos que tiveram lugar em monumentos arquitetónicos e o alargamento da sua atividade a outros municípios e distritos, para além de Coimbra.

Passou ainda a contar com o contributo solístico e de regência de notáveis figuras do nosso panorama musical, encontrando também meios para, pontualmente, produzir concertos com uma densidade tímbrica e orquestral sinfónica. Organizou concursos e conferências e festivais para além das atividades exclusivamente “concertísticas”.

Do seu historial fazem ainda parte diversas iniciativas realizadas sobre a temática da Guitarra portuguesa, na sua valorização e promoção enquanto instrumento solista de orquestra. Em maio de 2014 deslocou-se a Cabo Verde, a convite do ministro da Cultura daquela país, Mário Lúcio de Sousa, que declarou a Orquestra, além de "fundadora da Orquestra Nacional de Cabo Verde", como sendo parte integrante desta. Em 2015 assinou também um protocolo de colaboração com o Centro de Estudos da Morna que tem como principal intuito divulgar a Morna como património cultural da lusofonia. Em janeiro de 2016 a OCC esteve presente e atuou na cerimónia de inauguração do Museu do Tarrafal.

 

31 de agosto – 17h30

O projeto "Iterum" foi criado por dois estudantes da Universidade de Coimbra, com o objetivo de estudar e aprofundar o seu conhecimento sobre a canção de matriz coimbrã, nomeadamente fados, guitarradas, baladas e baladas à viola, bem como dar vida a alguns temas que, com o passar dos anos, foram caindo no esquecimento.

Apesar da tenra idade, os membros integrantes contam já com um considerável currículo musical. Na guitarra portuguesa, Guilherme Catela teve um contato amador com a música aos 9 anos. Com 13 anos iniciou os seus estudos musicais numa academia de música, dedicando-se à prática da guitarra elétrica. Aos 20 anos, e após uma passagem pelo bandolim, aceita o desafio de se tornar fluente na guitarra portuguesa. Um ano após o estudo da mesma, começa a ter aulas com o professor Paulo Soares. Dois anos depois propôs realizar o exame de 8º Grau do Conservatório de Música de Coimbra obtendo 19 valores.

Na guitarra clássica, Diogo Alves iniciou o seu percurso musical aos 5 anos, no violino, tendo concluído o 8º grau daquele instrumento no Conservatório de Música de Coimbra, com 16 valores. Aos 20, aceitou o desafio de aprofundar o seu conhecimento na guitarra clássica, tendo começado os seus estudos com o professor Paulo Soares, passando posteriormente para o professor André Madeira. Nesse mesmo ano propôs fazer o exame de 5º grau do Conservatório de Música de Coimbra, tendo-lhe sido atribuída a nota máxima.

Ambos estudaram diferentes estilos musicais, dedicando-se atualmente, e em exclusivo, ao estudo da Canção Coimbrã. Este duo, de cariz eminentemente instrumental, pretende ser inovador, criativo e pautar o seu trabalho pela qualidade musical, contando já com diversos temas e arranjos originais.

A Space Layer Technologies encontra-se instalada na incubadora do Instituto Pedro Nunes (IPN), em Coimbra. A empresa, que desenvolve “soluções multiplataforma para alertas em tempo real, com base em Big Data, imagens de satélite e sensores instalados em estruturas fixas e em veículos em movimento” foi visitada, no final do passado mês de julho, pelo presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado.

O projeto da Space Layer Technologies SOUL- Sensor Orbservation of Urban Life foi premiado, o ano passado, no âmbito da iniciativa EIT Health Innostars, do programa EIT Health, uma das iniciativas mundiais mais importantes na área dos cuidados de saúde.

O SOUL é um dos “filhos” do Internet Innovation Hub (IHUB) Coimbra. Um projeto sedeado no IPN que visa promover o empreendedorismo e a inovação com base nas tecnologias da Internet do Futuro, que conta com o apoio da Comissão Europeia (tecnologias FIWARE) e que a CMC apoia financeiramente desde 2015 e irá apoiar até 2019, num total de 110 mil euros. O IHUB serve, precisamente, para potenciar projetos como o SOUL, sendo que este, especificamente, já recebeu um dos mais importantes prémios mundiais na área dos cuidados de saúde.

O SOUL é uma plataforma informática que procura minimizar o impacto da poluição atmosférica na vida das pessoas, sobretudo as que sofrem de problemas respiratórios, através de uma aplicação móvel que, em tempo real e em previsão, considera os perfis biomédicos individualizados e envia alertas e recomendações. O SOUL utiliza sensores móveis, imagens de satélite e algoritmos inteligentes para a previsão temporal e espacial da qualidade do ar e tem como missão promover o bem-estar físico da população. Mas este é apenas um dos projetos da Space Layer Tehcnologies, uma empresa que já trabalha com a CMC nesta área da monotorização da qualidade do ar.

Recorde-se, ainda, que a Space Layer Technologies foi uma das primeiras startups a ser selecionada para o centro de incubação da Agência Espacial Europeia em Portugal (ESA BIC Portugal), que se encontra sob coordenação do IPN. Uma estrutura que apoia startups que apliquem tecnologia desenvolvida para o Espaço em setores como saúde, transportes, energia, segurança e vida urbana.

O programa o ESA BIC Portugal representa um investimento direto em Portugal de 1.950.000 euros (um milhão novecentos e cinquenta mil euros), em cinco anos, até 2019, e prevê incubar até 30 empresas que irão criar cerca de 240 novos postos de trabalho, angariando um capital esperado superior a 6,5 milhões de euros durante esse período. Este programa é liderado pelo IPN e tem polos no UPTEC e na agência DNA Cascais. Os projetos são apoiados com 50 mil euros para a construção de protótipos e gestão de propriedade intelectual, beneficiando adicionalmente de apoio de negócio e apoio técnico, bem como do acesso a uma vasta rede de potenciais clientes, parceiros e investidores.

 

A Seleção Nacional de Seniores Masculinos de Basquetebol venceu, hoje, a Bielorrússia por 79-78, após prolongamento, num jogo disputado no Pavilhão Municipal Multidesportos Mário Mexia, em Coimbra. A vitória por um ponto não foi, contudo, suficiente para a Seleção Portuguesa conseguir qualificar-se para o Mundial de 2019. Um jogo emotivo, com o público presente, que encheu a bancada aberta do pavilhão, a gritar efusivamente por Portugal. O vereador do Desporto da Câmara Municipal de Coimbra, Carlos Cidade, assistiu à partida.

O jogo foi disputado até ao último segundo, com Portugal e a Bielorrúsia a alternarem constantemente na liderança do marcador. A perder a minutos do fim, a equipa das quinas conseguiu levar a partida para prolongamento pela mão de Fábio Lima, mas apesar de ter estado com oito pontos de avanço, acabou por vencer apenas por um ponto, não conseguindo, assim, apurar-se para o Mundial de 2019. “Portugal classificou-se no terceiro lugar do Grupo D, com quatro derrotas em outros tantos jogos”, lê-se no site da Federação Portuguesa de Basquetebol.

Na boa exibição da formação lusa, destacam-se, em termos estatísticos, “Fábio Lima (16 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências), Nuno Oliveira (15 pontos, 4 ressaltos e 7 assistências), Miguel Queiroz (11 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências) e Arnette Hallman (10 pontos, 5 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola), enquanto no adversário bielorrusso há que mencionar Artsiom Parakhouski (16 pontos, 17 ressaltos, 2 assistências, 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento)”, refere a nota da federação.

Um evento que foi organizado pela Federação Portuguesa de Basquetebol, Associação de Basquetebol de Coimbra e Câmara Municipal de Coimbra.

É hoje o último dia da 32 ª edição da Feira das Cebolas, uma reposição da secular feira de S. Bartolomeu, que está a decorrer na Praça do Comércio. Um certame coorganizado pela Câmara Municipal de Coimbra e pela Associação Grupo Folclórico “Os Camponeses de Vila Nova de Cernache”, que tem animado a Baixa da cidade desde o dia 12 de agosto. A feira acolhe, durante o dia, os tradicionais ceboleiros de Vila Nova, que ali vão vender as típicas tranças de cebolas. A noite é reservada à promoção da gastronomia, da doçaria e do folclore e etnografia da região do Mondego, contando com espetáculos musicais que garantem a animação do espaço.

Quem passar hoje pela Praça Velha ainda tem oportunidade de ver os tradicionais ceboleiros de Vila Nova, Cernache, a venderem as típicas tranças de cebolas. Uma tradição que atrai a população local e que também desperta a curiosidade dos turistas que estão de visita à cidade. Já à noite, o espaço serve de promoção da gastronomia e doçaria típica do concelho, que pode ser apreciada na tradicional “Tasquinha do Timpanas”. Lá, é possível provar um excelente caldo verde, sardinha de pasta, chouriço caseiro, pataniscas de bacalhau, arroz doce, as escarpeadas ou o “bolo de festa”.

Ontem a Praça Velha encheu-se de gente, numa noite animada pela atuação do Grupo de Concertinas “Foles e Cantorias de Santa-Clara” (Coimbra) e do Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores (Mortágua). Hoje, no encerramento do evento, a animação está por conta do Grupo Folclórico anfitrião, “Os Camponeses de Vila Nova de Cernache”, (com atuação marcada para as 22h00), do Grupo Folclórico São João Batista de Nogueira (Braga) e do Grupo Etnográfico da Casa do Pessoal dos HUC (Coimbra).

 

 Data

Hora

Evento

Modalidade

Local

Organizador

19 Ago

18h30

Portugal vs Bielorrússia

Jogo de classificação seniores masculinos para o Mundial 2019

Basquetebol

Pavilhão Municipal Multidesportos Mário Mexia

Federação Portuguesa de Basquetebol

21 a 25 Ago

Todo o dia

29º Estágio Internacional de Judo da Associação Académica de Coimbra

Judo

Pavilhão Municipal Multidesportos Mário Mexia

Câmara Municipal de Coimbra/Associação Académica de Coimbra-secção de judo


Portugal vs Bielorrússia: Portugal ficou inserido no Grupo D de qualificação para o Mundial 2019 de Basquetebol, dentro do qual irá defrontar a selecção da Bielorrússia, no Pavilhão Municipal Multidesportos Mário Mexia, amanhã, pelas 18h30.

 

 

29º Estágio Internacional: O Estágio Internacional da Académica é um evento histórico da Secção de Judo da AAC. Esta atividade realiza-se no Pavilhão Municipal Multidesportos Mário Mexia, de 21 a 25 de agosto, conta com a participação de Frédéric Demontfaucon (Campeão do mundo, Medalha de Bronze nos Jogos Olímpicos); João Neto (Campeão da Europa); Nuno Delgado (Bronze Olímpico); e Carlos Sotillo (quatro medalhas Campeonato da Europa).

A recém-inaugurada Linha do Botânico, que possibilita a travessia pelo interior da Mata do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra em dois miniautocarros híbridos e descapotáveis, está a ser um sucesso. Só no mês de julho, e contabilizando apenas a partir do dia 3 (a inauguração decorreu dia 2), a Linha do Botânico contou com 2889 utilizadores. Um número expressivo para o mês de arranque, em pleno verão, sobretudo tendo em conta que a linha foi utilizada, na sua maioria, por quem comprou o bilhete ao motorista, o que acontece sobretudo com os turistas. A tendência será para o número ir aumentando, especialmente quando esta linha for usada também por quem reside utiliza regularmente os transportes públicos municipais.

Atravessar o espaço verde da Mata do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra num miniautocarro descapotável parece, desde logo, uma proposta tentadora. Não só pela possibilidade de contactar com a natureza num espaço central da cidade e pela beleza ímpar do percurso, mas também pela hipótese de conhecer melhor a história de Coimbra. É que os viajantes dispõem de auscultadores para ouvirem um guia turístico, em cinco idiomas (português, espanhol, francês, inglês e alemão), que vai descrevendo as caraterísticas dos diversos locais por onde vão passando, com destaque, por exemplo, para o próprio Jardim Botânico ou para a Universidade de Coimbra, Património Mundial da UNESCO.

O público já se rendeu à viagem e só em julho, o mês de arranque, os miniautocarros ecológicos dos Serviços Municipalizados de Transportes Públicos de Coimbra (SMTUC), adquiridos especialmente para circular nesta linha, já contaram com 2889 utilizadores, o que dá uma média de cerca de 100 viajantes por dia. Os dados recolhidos junto dos SMTUC revelam ainda que a maior parte comprou bilhete ao motorista, demonstrando que a maioria dos viajantes não dispõe de passe SMTUC ou senhas e poderá, portanto, estar de visita à cidade. A tendência é, pois, para que este número aumente, à medida que a Linha do Botânico for sendo mais conhecida e passar também a ser utilizada por quem usa, com regularidade, os transportes públicos municipais.

A nova rota dos SMTUC liga a zona ribeirinha e a Baixa à Alta da cidade, passando por pontos emblemáticos de Coimbra, como o Convento São Francisco, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, o Portugal dos Pequenitos, o Parque Verde do Mondego, e toda a zona histórica central, que é hoje Património Mundial da UNESCO. Com uma componente turística muito forte, a Linha do Botânico tem ainda a vertente de incentivar as pessoas a estacionarem os seus automóveis na zona ribeirinha e seguirem, depois, nos miniautocarros, para a Universidade de Coimbra, descongestionando o trânsito/estacionamento nesta zona histórica da cidade. Um percurso que pode também ser efetuado a pé, num caminho que convida a um passeio ao ar livre, num dos espaços verdes mais atrativos e emblemáticos de Coimbra.

Os dois miniautocarros, que transportam um máximo de 35 pessoas, circulam todos os dias, no horário de verão, das 8h00 às 20h00, com frequência em horas de ponta de 20 minutos e no restante período de 40 minutos. A viagem tem um custo de 1,60€, o preço de um bilhete normal dos SMTUC.