Programa Municipal Escolar – PRÉ-ESCOLAR

Apoio à Família nas Férias Escolares [agosto/2017]
[alargamento do funcionamento das Atividades de Animação e de Apoio à Família nos jardins de infância da rede pública do Município de Coimbra, ao mês de agosto]

A Câmara Municipal de Coimbra aprovou, em reunião de 20 de junho de 2017, o Programa Municipal Escolar – Apoio à Família nas férias escolares – agosto de 2017:

Durante o mês de agosto, prevê-se o funcionamento de 10 jardins de infância, distribuídos pelos 6 Agrupamentos de Escolas existentes no Município, com vista a garantir que a oferta do Programa se estenda a toda a área territorial do Concelho:

Programa Municipal Escolar – PRÉ-ESCOLAR
Boletim de Inscrição

Programa Municipal Escolar – 1º CEB

Apoio à Família nas Férias Escolares [julho e agosto de 2017]
[fornecimento de almoços a crianças do 1º CEB sinalizadas com carência alimentar durante os meses de julho e agosto]

A Câmara Municipal de Coimbra aprovou, em reunião de 20 de junho de 2017, o Programa Municipal Escolar -  Apoio à Família nas férias escolares, para fornecimento de almoços a crianças do 1º CEB durante os meses de julho e agosto, posicionadas nos 1º, 2º e 3º escalões de abono de família, sinalizadas pelas Comissões Sociais de Freguesia e que não estejam abrangidas por outros Programas de Apoio, nomeadamente o Programa de Cantinas Sociais.

Programa Municipal Escolar – 1º CEB

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, assinou hoje, nos Paços do Concelho, a escritura de compra de um prédio, situado no Terreiro da Erva, nº 36 e Rua do Moreno, nº 45, na União de Freguesias de Coimbra, cujo valor patrimonial é de 50.550 euros. O edifício, onde se podem identificar vestígios da igreja românica de Santa Justa, será intervencionado no âmbito do “Arranjo Urbanístico e Paisagístico do Terreiro da Erva”, estando já prevista a empreitada, denominada “Intervenção na Cabeceira da Antiga Igreja de Santa Justa – prédio sito no Terreiro da Erva, nº 36”.

A CMC adquiriu, assim, um prédio de natureza urbana, composto de rés-do-chão para comércio e primeiro e segundo andares para habitação e logradouro, situado na União de Freguesias de Coimbra (Sé Nova, Santa Cruz, Almedina e São Bartolomeu). Um edifício onde se identificam vestígios da igreja românica de Santa Justa, que a CMC pretende agora pôr a descoberto, através de uma intervenção cuidada, de demolição das partes do prédio nº36.

Já desde os idos de 1098, que há registos de Santa Justa de Coimbra, sendo que em 1139 é referida como sede de uma das paróquias da cidade, permanecendo assim quase até aos nossos dias, quando foi extinta e integrada na paróquia de Santa Cruz.

Ao longo dos anos, as ações do rio, as diversas intervenções urbanísticas realizadas e as alterações nas construções modificaram completamente este património, que ficou irreconhecível e descaracterizado da sua função primitiva.

A CMC irá agora, de forma cuidada, tendo em atenção estes importantes vestígios arqueológicos, fazer os desmontes da cobertura e paredes deste edifício, recorrendo a meios manuais e com o acompanhamento permanente de um arqueólogo municipal, sempre em articulação com a Direção Regional de Cultura do Centro.

Para além de Manuel Machado, esteve também presente neste ato, Eduardo Augusto Nobre Oliveira Peça, um dos proprietários do edifício, que representou os restantes herdeiros.

 

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, assinou hoje, um acordo de colaboração entre o Município e o Conservatório de Música de Coimbra, para a entrega gratuita de instrumentos musicais a esta instituição, avaliados em 80 mil euros, para serem utilizados para a formação musical e instrumental de crianças e jovens.

O ato decorreu na Sala de Despacho Privado da CMC e contou também com a presença da vereadora da Cultura, Carina Gomes e do vereador da Habitação, Francisco Queirós e, por parte do Conservatório de Música, pelo presidente da direção, Manuel Rocha.

Os instrumentos, propriedade da CMC, foram adquiridos pela autarquia para apoiar, através de um contrato de comodato, a instalação da Associação Escola de Música/Filarmónica do Planalto, num espaço municipal do Bairro do Ingote. Terminado este projeto, em 2012, quando a associação deixou de desenvolver a atividade para o qual os instrumentos tinham sido inicialmente adquiridos, estes voltaram para a posse da autarquia que regulariza agora a situação dos instrumentos musicais, voltando a dar-lhes uso.

Este é um compromisso que pressupõe a entrega gratuita dos instrumentos, por parte da CMC ao Conservatório de Música de Coimbra durante o período de três anos (renovável por períodos idênticos). O Conservatório de Música de Coimbra compromete-se, por sua vez, a utilizar os instrumentos adequadamente, a fazer a devida manutenção e a colaborar com a CMC na sua área de intervenção e atuação, nomeadamente através da participação em eventos musicais promovidos pela autarquia ou na cedência de instalações e/ou equipamentos. Fazem parte dos instrumentos musicais: baterias, bombos, clarinetes, flautas, maracas, pandeiretas, saxofones, trombones, trompas e trompete, entre outros.

 

 

É inaugurada, no próximo dia 7 de julho (sexta-feira), às 17h30, na Galeria Ferrer Correia (Casa Municipal da Cultura), a exposição de Pintura “A Expressão do Belo, Através dos Sentidos”, que reúne trabalhos de Maria Menezes.

Nascida em Moçambique, em 1952, estudou em Coimbra, cidade onde teve oportunidade de cruzar-se com diferentes expressões, da música à dança clássica. Nestes últimos anos, dedica-se à pintura a óleo, estilo impressionista, onde se iniciou com professores como Carlos Faria, José Almeida, Joana Corteza, Carmo Romão e José Ferrer.

A ideia de expor surge quando amigos e familiares a aconselham a partilhar a sua pintura com a sociedade, colhendo aí opiniões e crítica construtiva que a ajudem a evoluir artisticamente.

Na área académica, tem formação em terapias holísticas. É mestre em Psicologia Clínica, Psicoterapia e Aconselhamento. Trabalhou na área geriátrica e com crianças do ensino básico, em contexto clínico.

A Terapia através da arte é uma vertente dos seus projetos futuros, na ocupação dos tempos livres, e na avaliação de doenças neuropsicológicas, nomeadamente, na área geriátrica.

Possui também formação em Coaching nas áreas clínica, social e empresarial.

Atualmente, prepara a calendarização de outras exposições, em alguns pontos do país, cuja recetividade está a ser surpreendentemente agradável, não só, devido aos temas como, também, segundo os especialistas, à própria qualidade da pintura.

A exposição estará patente até ao dia 18 de agosto de 2017, com entrada livre.

Horário até 14 de julho: de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 19h30; sábado, das 11h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00. Encerra domingos e feriados.

Horário de 15 de julho a 15 de setembro: de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h30. Encerra sábados, domingos e feriados.

 

A Câmara Municipal de Coimbra (CMC) vai intervir nos passeios da Av. Dr. Afonso Romão e da Rua Afrânio Peixoto, na freguesia de Santo António dos Olivais. A empreitada, que prevê a construção e otimização da pavimentação dos passeios nas duas ruas, foi ontem consignada à Briopul – Sociedade de Obras Públicas e Privadas, Lda. por 76.355,43 euros (já com IVA incluído). A empresa tem agora 90 dias para realizar a intervenção, que tem por fim melhorar as condições da circulação pedonal e assegurar o bom estado de conservação dos passeios.

A CMC começou por intervir nas duas vias por empreitada, no que diz respeito à colocação de lancis e posterior pavimentação com pavimentos betuminosos. Todavia, ainda não tinha sido realizada a pavimentação dos passeios da Av. Dr. Afonso Romão e da Rua Afrânio Peixoto, intervenção que agora se inicia com a consignação da empreitada, ontem, à empresa Briopul – Sociedade de Obras Públicas e Privadas.

Os trabalhos consistem, pois, na construção e requalificação dos pavimentos nos passeios, sobretudo na circular interna, que se apresentam muito degradados ou, nalguns casos, inexistentes. A intervenção tem o objetivo de melhorar a segurança e o conforto dos peões que circulam naquelas ruas e, por outro lado, evitar que o estado dos passeios se agrave cada vez mais.  

"É um almoço, essa mulherzinha!". Condição feminina, gastronomia e imaginários masculinos nos finais do século XIX é o tema da conferência que Irene Vaquinhas (Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra) proferirá, na próxima sexta-feira, 30 de junho, no âmbito do ciclo “Sabores da Escrita”, seguida de um jantar temático que abordará a condição feminina no século XIX, a par dos hábitos alimentares de então. Por um lado, a cozinha portuguesa, farta, chamada mesmo de "enfarta brutos". Por outro lado, as influências da cozinha francesa – La nouvelle Cuisine – delicada e mais leve.

Sobre a conferência, com entrada livre e início marcado para as 20h00, Irene Vaquinhas considera que o provérbio português “Diz-me o que comes e com quem comes... dir-te-ei quem és” serve de base à sua comunicação, que tem como objetivo compreender como é que, na sociedade burguesa da segunda metade do século XIX, gastronomia e galanteria se conjugam, testemunhando mudanças subtis no culto da mesa e pondo a descoberto a relação estreita entre erotismo e alimentação ou, como então se dizia, a “embriaguez da carne”. O período em causa corresponde à passagem do “comer suculentamente à portuguesa” (Alberto Pimentel) à cuisine française com o seu estilo original e uma culinária muito específica, bem como ao desenvolvimento dos restaurantes como novos lugares de sociabilidade. Com os seus gabinetes particulares, os restaurantes, muitas vezes designados “à francesa”, estão, nestes anos, estreitamente associados às relações ilegítimas e às femmes galantes, ocupando, como espaço erótico, um lugar privilegiado na literatura do tempo, sobretudo nos romances de costumes.

A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Coimbra, em parceria com os Serviços de Ação Social da Universidade de Coimbra (SASUC) e a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (através do Projeto DIAITA – Património Alimentar da Lusofonia, e do Doutoramento em Patrimónios Alimentares: Culturas e Identidades), integra, além da conferência, um jantar confecionado e servido pelos Serviços de Ação Social da Universidade de Coimbra.

A partilha dos saberes e sabores culimará na Sala de Jantar da Casa da Escrita, onde terá lugar o jantar temático, enriquecido com apontamentos cénicos, por atores da Cooperativa Bonifrates, baseados em textos de Eça de Queirós, Ramalho Ortigão, Cesário Verde, Gomes Leal, Camilo Pessanha e Domingos Guimarães.

Na elaboração da ementa, confecionada sob coordenação especial do chef Luís Lavrador (SASUC), destaca-se a linguagem de época, altura em que era habitual constarem alguns "francesismos", isto é, uma mistura do vocabulário português com o francês.

Os convivas terão, assim, oportunidade de degustar, como entradas (Entrés), Pain de luxo, Pain de lixo, Presunto de fiambre, E mais de galinhé, Jambom glacé, Pernas de vitellé, Petits patés aux camaront, Peixe de cebolé, Bolinhos de bacalhaó, Rissoles e Azeitonas Olé!

Depois de um Consommé de Volaille, integram o prato principal (Rôtis), Truites saumonés à Walesca e Gratã de chou-fleur.

À sobremesa (Entremets) serão servidos Fructá, Queijó, Doce de morangá et compotes diverses, Pudim d’orange trés fresque, Babá au rhum et bombons.

A refeição será acompanhada pelos Vins de Collares et Bucellas, Champagne, Porto, e Para o calor de ananases, moscatel de vintages.

A terminar o repasto, um ponto final avec café.

A adesão ao jantar requer inscrição prévia, presencialmente, na Casa Municipal da Cultura, à Rua Pedro Monteiro (informações através do telefone 239 702 630), com custo no valor de 15 euros/pessoa e de 7,50 euros para crianças dos 6 aos 12 anos. É de acesso gratuito a crianças até aos 5 anos de idade. O pagamento deverá ser feito no ato de inscrição, limitadas a 50 lugares.

Irene Vaquinhas | Breves notas curriculares

Irene Vaquinhas é Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra desde 2009 e Coordenadora Científica do Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra, unidade I&D da FCT. Tem desenvolvido a sua investigação e docência nas áreas da História Contemporânea e da Museologia e Património, em particular nos domínios da história rural, da história das formas de sociabilidade, da história da vida privada e da história das mulheres e do género. É autora de mais de uma centena de publicações, membro de projetos de investigação nacionais e internacionais, bem como de conselhos editoriais de várias revistas científicas portuguesas e estrangeiras e tem integrado painéis de avaliação de projetos/bolsas de investigação. Já orientou cerca de seis dezenas de dissertações de mestrado e de teses de doutoramento e participou em mais de oitenta júris.

O ciclo “Sabores da Escrita” voltará à Casa da Escrita no próximo mês de outubro (dia 13), para uma abordagem à temática "Gula, glutões e luxúria no Barroco: Frei Lucas de Santa Catarina, Gregório de Matos e outros mais", por Paulo Silva Pereira (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), repondo, assim, a sessão prevista para o passado mês de maio, mas não concretizada por motivos alheios à Câmara Municipal de Coimbra.


A Câmara Municipal de Coimbra inaugura, na próxima sexta-feira (30 de junho), às 18h30, na Galeria Pinho Dinis (Casa Municipal da Cultura, à Rua Pedro Monteiro) a exposição de Pintura “Ajuda Externa”, da autoria de João Moreira. O artista plástico é natural de Lisboa (1962). Frequentou o ARCO – Centro de Artes e Comunicação Visual e a Sociedade Nacional de Belas Artes, onde foi aluno de Rolando Sá Nogueira.

Foi, durante três anos, monitor de artes plásticas no projeto “Dar à Costa” integrado no “Programa Escolhas”, programa governamental de âmbito nacional, integrado no Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intergeracional.

Atualmente trabalha voluntariamente dando aulas de desenho e pintura no bairro das Terras da Costa da Caparica.

Expõe desde a década de 80. Os seus trabalhos estiveram patentes, maioritariamente, na zona da Grande Lisboa, nomeadamente, na Galeria Novo Século, Fundação Calouste Gulbenkian, Galeria Altamira, Galeria 102, Fórum de Arte Contemporânea, Galeria Miron-Trema, Galeria REVERSO, Feira de Arte Contemporânea (FIL, 1999), Galeria Trema Arte Contemporânea, Galeria Pedro Serrenho, Galeria Artelheiras, Casino da Trafaria, Biblioteca da E.B.1 de Vale Rosal, Café Fórum Romeu Correia (Almada) e Espaço Cultural das Mercês.

Marcou presença na Bienal da Festa do Avante (Lisboa, 1981,1983 e 1985) e na Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira (edições de 1982 e 1984). Ainda a Norte, os seus trabalhos passaram pela Cooperativa Árvore (Porto), Galeria Espaço EVOLUTIS (Porto), Feira das Artes (Braga), Feira de Arte Contemporânea (EXPONOR, Matosinhos) e pelo Museu Municipal Amadeu Sousa Cardoso (Amarante).

Coimbra é a terceira cidade da região Centro que acolhe a obra de João Moreira, depois de ter passado pela Casa Museu Almeida Moreira (Viseu) e pelo Museu Municipal Dr. Santos Rocha (Figueira da Foz). Mais a sul, ainda, expôs na Casa das Artes (Tavira), no Museu Municipal de Estremoz e na IV Bienal da Vidigueira (2012).

A ilha da Madeira acolheu os trabalhos de João Moreira na exposição coletiva patente na Secretaria Regional de Turismo e Cultura, em 1989. Em 1994 expôs individualmente na Galeria FUNCHÁLIA (Funchal) e esteve presente na MARCA 2000, Feira de Arte (Funchal).

A internacionalização do artista aconteceu no ano de 2003, com a presença da sua obra na “Europa Art Languases” (Milão).

Executou, em 2010, um mural de 2,50m x 5,00m no “Bar OitoNove”, no Bairro Alto (Lisboa) e concebeu o projeto “H2O”, azulejos decorativos para revestimentos, da empresa “Revigrés”.

Nos últimos quatro anos, participou na coletiva “Até as Árvores são sonhos”, dedicada à galerista Ana Isabel Rodrigues (Galeria Reverso, Lisboa) e na exposição individual “SóSabão” (Viseu), em 2014. Levou os seus trabalhos à livraria “Lerdevagar” (LX Factory, em 2015) e integrou, em 2016, uma exposição coletiva na Galeria Sete (Coimbra). O ano em curso assinala a passagem do artista plástico pela Galeria da Junta de Freguesia de Cascais, com uma exposição individual.

Está representado em coleções particulares no Governo Regional da Madeira, no Boston Consulting Group (Lisboa), Copicanola (Lisboa) e no Hotel Villa Rica (Lisboa).

A exposição estará patente até ao dia 27 de julho.

 

O Convento São Francisco acolheu, ontem à noite, a Gala Solidária para com as Vítimas dos Fogos Florestais, organizada pelo Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra.

A Jigsaw, Anaquim, André Sardet, Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, Birds Are Indie, Brigada Victor Jara, Coimbra Gospel Choir, Coro Sinfónico Inês de Castro, Fado ao Centro, João Afonso, Pensão Flor e Ricardo Dias Ensemble subiram ao palco do Grande Auditório do Convento São Francisco, por uma causa nobre: ajudar as vítimas dos incêndios florestais que assolaram a Região Centro.

O preço dos bilhetes foi de 15 euros, com a receita total do espetáculo a reverter, na íntegra, para as vítimas dos incêndios florestais. A esse valor, junta-se ainda o montante a atribuir ao quadro que o pintor Pedro Olayo doou e que vai ser  leiloado de forma a aumentar, assim, a receita angariada. 

A gala contou com a presença do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, da vice-presidente Rosa Reis Marques e dos vereadores Carina Gomes, Carlos Cidade e Francisco Queirós, entre outras personalidades, tais como os presidentes das câmaras de Castanheira de Pera, Pedrogão Grande, Gois e Arganil. 

Antes do inicio do espetáculo Manuel Machado agradeceu a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deixando igualmente uma palavra de louvor aos empreendedores da gala. Como disse, “não é hora de discursos”, rematando, “contem todos com a nossa solidariedade”.

Santos Cabral, presidente dos Coro Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, entidade que promoveu esta noite solidária, deixaria palavras de conforto, ao referir “que aquelas zonas vão ser reconstruidas”. “Ao por de pé este evento, queremos dizer que estamos  com aquela gente, estamos com eles e ao lado deles” frisou Santos Cabral. 

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou aos jornalistas que Coimbra “sabe ser solidária”.


 

 

A Câmara Municipal de Coimbra informa que, no âmbito da empreitada de “Requalificação do largo do Arnado e da rua Simões de Castro”, devido à necessidade de concluir os trabalhos de fresagem dos pavimentos e subsequente pavimentação das faixas de rodagem com betuminoso, serão realizados trabalhos durante o período noturno, nos dias 26, 27 e 28 de junho, das 0h00 às 8h00 e das 20h00 às 24h00, e no dia 29 de junho, das 0h00 às 8h00.

Os trabalhos localizam-se nas faixas de rodagem da rotunda do largo do Arnado, na rua João Machado, rua Dr. Manuel Rodrigues, rua Simões de Castro e rua do Arnado.

A permissão para a intervenção decorrer em período noturno fundamenta-se na necessidade de manter a circulação do trânsito nas vias a pavimentar (Av. Fernão de Magalhães, rua João Machado e rua Dr. Manuel Rodrigues), o que não é possível no período diurno, por razões de segurança e de carater técnico (boa execução, celeridade e qualidade da intervenção). Uma autorização que tem em conta o interesse público, não só por razões de segurança, mas também pelo impacto nos utentes, residentes, comerciantes, pelo transtorno e permanente incómodo, por razões de financiamento, e porque urge concluir os trabalhos desta obra.

O empreiteiro deverá, contudo, adotar medidas de prevenção e redução do ruído, tais como manter o equipamento em funcionamento apenas o tempo estritamente necessário (designadamente camiões, fresadora, pavimentadora e cilindros compactadores), desligando-os sempre que possível.

A Câmara Municipal de Coimbra apela à melhor compreensão dos munícipes e automobilistas para com esta situação temporária.