Luísa Sobral no Grande Auditório do Convento São Francisco

“Luísa” é o quarto álbum de originais de Luísa Sobral, editado em 2016 e agora apresentado ao vivo. Neste disco, renovam-se cumplicidades e estreitam-se laços afectivos com quem ouve. Um álbum com novas canções que colocam a cantora num patamar mais elevado de maturidade criativa. 

“Luísa” foi gravado em Los Angeles, no mítico United Recording Studios, por onde já passaram nomes históricos como Frank Sinatra, Ray Charles, Ella Fitzgerald, Jay-Z, Radiohead e U2. Ao leme da produção esteve Joe Henry, vencedor de três Grammy Awards, que para além de uma sólida carreira em nome próprio assina trabalhos de músicos como Elvis Costello, Solomon Burke, Beck e Madonna. 

Após ter vivido durante quatro anos nos Estados Unidos da América, Luísa Sobral estreou-se em 2011, com a edição de “The Cherry on My Cake”, um álbum bem recebido pelo público e pela crítica. Seguiu-se “There’s A Flower In My Bedroom”, lançado em 2013, que contava com a participação de prestigiados convidados como Jamie Cullum e os portugueses António Zambujo e Mário Laginha. 

A discografia de Luísa Sobral conta ainda com “Lu-Pu-I-Pi-Sa-Pa”, editado em 2014. Com canções inspiradas em memórias de infância, neste trabalho, a cantora expande o seu universo para fora dos limites estéticos dos seus dois primeiros discos. 

Foram sobretudo os espetáculos e as participações televisivas especiais, como a que assegurou no programa de Jools Holland, na BBC, que impulsionaram o percurso de Luísa Sobral em Portugal e no estrangeiro. Espanha, França, Suíça, Alemanha, Inglaterra, Marrocos, China, Zimbabwe e África do Sul já figuram entre as suas escalas. 

Luísa Sobral foi a autora da letra e da música da canção Amar pelos dois, que deu a vitória a Salvador Sobral na última edição do Festival da Eurovisão.  

Em 2017, Luísa Sobral volta a percorrer o país para cantar as novas canções. O palco é o seu ambiente natural e o concerto no Grande Auditório do Convento São Francisco será um momento de partilha dessa relação intimista. 

 

Mais sobre Luísa Sobral

Luísa Sobral, lisboeta, 29 anos, umas das compositoras e cantoras mais reconhecidas da nova geração de músicos portugueses, representa um desses raros casos de “amor à primeira canção”. Quando se apresentou ao público, em 2011, trazia consigo o disco de estreia ‘The Cherry On My Cake’, surpreendentemente maduro para uma artista tão jovem. Era o reflexo de quatro anos de emigração da sua autora, distinta aluna licenciada, em 2009, pelo Berklee College of Music. Durante este período nos EUA, Luísa Sobral tocou e cantou muitas vezes em restaurantes e bares, o que lhe trouxe uma formação de palco acrescida e em tempo real, decisiva na carreira de qualquer músico. 

Já em Portugal, lançaram-lhe o desafio a que verdadeiramente aspirava: gravar as suas próprias canções. Com resultados imediatos e com sabor especial para um disco de estreia: a marca de Platina, em época de crise extrema nas vendas; o aplauso consensual de críticos e o caminho aberto para a realização de mais de cem concertos.

No início de 2016 Luísa Sobral grava o seu quarto álbum intitulado “Luísa”, lançado no dia 18 de Novembro.

“My Man”, o primeiro single do novo álbum, é descrito por Luísa da seguinte forma: “Quando ouvi a música do produtor deste disco, o Joe Henry, ouvi nela não só o cru do blues, mas também o quente do folk, e foi uma das razões que me fez querer tanto trabalhar com ele. Esta canção demonstra bem o ambiente deste disco. Um disco onde o piano cede o seu protagonismo à guitarra. Um disco que mal posso esperar por tocar ao vivo.”

 


Revista de Imprensa

“Foi, a expensas próprias, à procura da diferença, para mudar. Gravou um disco inteiro lá longe, com um produtor e um grupo de músicos ‘desconhecidos’, mas internacionalmente famosos. Agora, Luísa fala de Luísa e do estado de graça. Ah, é verdade: também foi mãe.

Chega ao terceiro disco ‘adulto’ e define-o através de três palavras: ‘orgânico’, ‘cru’ e ‘canção’. Talvez aqui coubesse mais uma: pessoal, até por se chamar simplesmente Luísa. Depois de There"s A Flower in My Bedroom, lançado em 2013, viveu três meses em Paris (‘a fazer turismo, ver concertos e exposições’), até reencontrar a segurança e a certeza de que quer estar por aqui. Fez uma digressão africana - pela África do Sul, pelo Botswana, pelo Zimbabwe e pela Namíbia, país em que se ‘imagina a viver’ -, fintando involuntariamente os países de expressão portuguesa. Em tempos sucessivos, não sobrepostos, reconquistou a simplicidade e descobriu a maternidade. Pagou do seu bolso grande parte das despesas do novo álbum, por querer chegar a um destino distinto dos anteriores. E cresceu (como cresceu!), profissional e pessoalmente. Ainda bem.”

João Gobern in DNArtes, 04/12/2017

 

Convento São Francisco | Grande Auditório
20 maio | 21h30
M/4 | 90 min

Bilheteira

Cadeiras de orquestra
Geral: 12,50 euros
Estudantes, menores de 30 anos, maiores de 65 anos e grupos a partir de 10 pessoas: 11 euros
Especial: 10 euros 

Plateia
Geral: 10 euros 

Estudantes, menores de 30 anos, maiores de 65 anos e grupos a partir de 10 pessoas: 9 euros

Especial: 8 euros 

 O bilhete especial destina-se a grupos organizados de docentes e discentes de música, mediante pedido para geral@coimbraconvento.pt